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Antigamente a equipe que transportava o gado para todo o estado de São Paulo eram chamados de COMITIVAS, como não existia estradas, este gado era transportados por longos dias até o seu destino que poderia ser outra fazenda ou um frigorífico. Na frente sempre estava o cozinheiro com todos os mantimentos em malas de couro (celadas em cavalos), que eram chamadas de "BRUACAS”. O ato de cozinhar para estes tropeiros se chama "Queima do Alho” que hoje existe competições prevalecendo assim a cultura sertaneja.

Com o passar dos tempos às comitivas ganharam a versão "urbana” onde, grupos se encontram para cultivar este estilo de vida rural percorrendo as principais festas de peão de boiadeiro do país. Se apresentam sempre juntos, são disciplinados, unidos e podem ser identificados trajando botas, calças jeans, camisa bordada com o nome da comitiva e chapéu. Só em São Paulo, existem cerca de 3 mil comitivas "urbanas”, com 70 membros em média cada uma. Como a maioria está localizada nos grandes centros, são compostas por médicos, dentistas, professores, publicitários, advogados, administradores de empresa, ou seja, pessoas que no dia a dia em nada lembram o estilo do campo. Mas nos finais de semana, eles se transformam para celebrar a cultura sertaneja.

 

Com isso nasceu o Circuito da Queima do Alho, que é uma competição entre comitivas. 
 

Cardápio: Arroz carreteiro, feijão gordo, paçoca de carne no pilão e churrasco na

chapa, tudo preparado no fogão a lenha.

 

Público Estimado para cada etapa: 3.000 mil pessoas

 

                                      

Apoio:

Estância Alto da Serra

Clube Os Independentes – Barretos rumo as 53 anos de Festa do Peão



Realização:

         Circuito Queima do Alho 

        


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